segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Funcionário da Prefeitura de Lagarto invade rádio e ameaça diretor com facão
por RÁDIO JUVENTUDE FM, ascom
Na manhã do dia, 13, um ato de violência contra a liberdade de imprensa e uma tentativa de homicídio foram registrados na cidade de Lagarto.
Tudo começou quando repórteres da Rádio Comunitária Juventude FM estavam acompanhando e tirando fotografias do trabalho de funcionários da Prefeitura Municipal. Os servidores locados na secretária de Obras estavam cortando uma árvore na Praça Filomeno Hora, centro do município.
Foi então quando um dos coordenadores fazendo uso de um facão resolveu ir à emissora tirar satisfação. O homem de nome Arnaldo Vinícius, com a farda da secretaria de Obras, invadiu a dependência da rádio com objetivo de ameaçar o diretor Aloísio Andrade, conhecido como Prefeitinho. Toda a ação do funcionário da prefeitura foi registrada pelas câmeras de segurança.
O Homem encontrou a porta aberta e sobiu ostentando o facão. Ele circula nas dependências e vai até a sala do diretor. Segundo Aloísio Andrade o homem já chegou falando: “Se você mandar alguém tirar foto de novo eu corto vocês de facão, olhe aqui o que tenho para vocês, mande de novo para você ver”.
O Diretor disse que pedia calma ao homem, mas ele estava muito nervoso e mostrando o facão repetia as mesmas palavras. O homem desceu as escadas e antes de ir embora bateu no portão com o facão.
Aloísio Andrade apresenta um programa jornalístico na Juventude FM de Lagarto e Preside a Federação Sergipana das Rádios Comunitárias. Prefeitinho foi à Delegacia Regional e registrou boletim de ocorrência por tentativa de homicídio.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Tentativa de assassinato em Tobias Barreto
por GERLIANO BRITO
Mais uma tentativa de homicídio foi registrada em Tobias Barreto na tarde de ontem (12). Por volta de 15h, um homem foi baleado em frente a uma residência, localizada no bairro Suti.
A vítima foi socorrida pelo Samu e conduzida ao Hospital de Urgência da Capital, para ser submetido a uma cirugia. Segundo informações, Luis Henrique Barreto Oliveira, de 21 anos, conhecido como “Guigui” foi alvejado por quatro tiros, que acertaram um dos braços e o tórax da vítima.
A Polícia Militar foi acionada e também esteve no local do crime, porém ninguém foi preso. Os disparos que atingiram a vítima supostamente tenham sido efetuados por um homem que possivelmente disputa uma rixa, destaca o Sgt. Reinaldo.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Reginaldo Rossi é diagnosticado com câncer no pulmão
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Bandidos explodem agência de banco em Itapicuru
sábado, 30 de novembro de 2013
CCJ quer mudar regras de filiação partidária
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
'Jackson vai pagar caro por nos abandonar'
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Secretário diz que governo ainda não tem dinheiro para pagar o 13%
por ALESE, ascom
O secretário de Estado da Fazenda, Jeferson Passos, apresentou até meados da tarde de ontem, aos membros da Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e Tributação da Assembleia Legislativa, os dados fiscais referentes aos primeiro e segundo quadrimestres de 2013. Durante a exposição Jeferson Passos, se mostrou otimista, mas revelou um dado preocupante: hoje o governo de Sergipe não tem no caixa os recursos que garantam o pagamento do 13º salário dos servidores públicos estaduais, previsto para dezembro. Ele revelou também que o governo atravessa dificuldades financeiras, que não tem reservas no caixa, apesar de contar com excelente capacidade de endividamento.
Jeferson Passos apontou que o Estado de Sergipe possui no caixa exatos R$ 314,4 milhões, sendo que quase todo esse montante é referente a recursos do Proinveste. Outro dado relevante é que a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público estão com suas despesas com pessoal equilibradas. Já o Poder Executivo chegou ao percentual de 48,41% de gastos com pessoa, ou seja, acima do limite prudencial (46,55%) e bem próximo do limite máximo (49%). Jeferson Passos garantiu que o governador em exercício, Jackson Barreto (PMDB), tem conhecimento da realidade e, nos próximos dias, irá anunciar medidas consideráveis de contenção de despesas.
O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), achou preocupante os números apresentados pelo secretário. “Depois que nós ouvimos aqui a explanação do secretário da Fazenda, com relação às finanças, eu acho que todos os sergipanos devem ficar preocupadíssimos. Nós estamos em meados de novembro e, até agora, o governo não tem um real sequer para pagar o 13º salário dos servidores. E isso em um ano em que não tivemos reajuste dos salários e nem a reposição da inflação do período. É caótico”.
Em seguida, Venâncio disse que “o que o servidor vai esperar de um governo que sequer tem a garantia de pagar o 13º salário? Quebraram o Estado! O Estado está falido e endividado. Nós estamos em meados de novembro e não há uma política de planejamento para 2014! O governo está vivendo de empréstimos. O governo diz que vai fazer um choque de gestão. Nós queremos saber o percentual de quanto será essa economia. Com essa estrutura, não tem governo que agüente! Perguntei ao secretário se ele ia repetir a mesma política salarial que fez quando estava na Prefeitura de Aracaju, dando 1% em um ano e, no ano seguinte, um reajuste considerável. No Estado esse ano foi 0% e em 2014? Será que ele vai fazer mágica?”, questionou o deputado.
que Jeferson Passos – Por sua vez, o secretário Jeferson Passos garantiu que, apesar das dificuldades financeiras, o governo vai cumprir sim os prazos para o pagamento do 13º salário dos servidores. “É uma situação bastante delicada sim. A gente não pode ter nenhum risco, nenhuma surpresa adicional, como uma possível queda de receitas. Temos que trabalhar para aumentar essas receitas. O 13º salário será pago dentro dos prazos previstos na legislação. Até o dia 20 de dezembro. O Estado fará todo o esforço necessário para que não tenha nenhum tipo de atraso no pagamento dos servidores”.
“O Estado passa por dificuldades de ordem financeira, por dificuldades no fluxo de caixa, porque nós estipulamos receita, mas tivemos quedas de receitas. Nós devemos fechar o ano com menos R$ 150 milhões do que o estimado. Quando a gente não consegue receber aquilo que a gente estima, só nos resta conter os gastos, para não caminharmos para a situação de insolvência, o que não é o caso do Estado. Estamos passando dificuldades como outros 20 Estados brasileiros, que estão com dificuldade para encerrar o ano”, completou o secretário.
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